É difícil olhar para "Batman: The Brave and the Bold - The Videogame" e não lembrar com saudades da era 16-bits. Bonecos se movimentando lateralmente, gráficos sem muitos efeitos e diversão ao lado de um ou dois amigos são apenas algumas das coisas que você encontra por aqui - o que por si só já vale o investimento de algumas horas.
"Batman: The Brave and the Bold - The Videogame" é baseado no desenho homônimo (conhecido por aqui como "Batman: Os Bravos e Destemidos") e mostra o Cavaleiro das Trevas combatendo o crime ao lado de outros herois. Para seguir a mesma ideia apresentada na animação, os quatro estágios do jogo são divididos em capítulos e apresentam parceiros conhecidos pelos fãs: Besouro Azul, Lanterna Verde, Homem-Gavião e Robin.
Detonando a bandidagem
Acostumar-se com os controles do jogo não leva mais do que alguns minutos: há um tutorial no início, mas é possível aprender os comandos básicos enquanto progride pelo primeiro estágio. É exigido o uso do Wii Remote e do Nunchuk, e todos os botões são necessários para desferir golpes com os heróis, indo de combos em terra a seqüências aéreas. Agarrões e movimentos especiais acionados com movimentos em ambos os controles também fazem parte do pacote.
Batman une forças com velhos amigos
Uma coisa que chama a atenção é o acabamento do jogo, que apresenta não apenas gráficos vivos, mas cenas de animações no início e no fim de cada estágio. Por falar em animações, as vozes utilizadas aqui são as mesmas do desenho (em inglês, apenas), o que dá mais credibilidade tanto para os diálogos que antecedem um evento importante quanto para os comentários feitos pelos personagens no decorrer das missões - alguns deles chegam a render boas risadas.
Se por um lado houve toda uma preocupação com o aspecto visual e os controles do jogo, a dificuldade ficou esquecida. Ainda que alguns combates ofereçam um pouco de desafio (ou mesmo determinados quebra-cabeças encontrados no caminho), há praticamente um sem fim de vidas para gastar, bem como continues que custam apenas 100 moedas, quantidade obtida em questão de minutos, deixando tudo muito mais fácil.
O sistema de personagens secundários é outra coisa que deixa a desejar. É interessante ver herois como Arqueiro Verde e Aquaman no rol dos combatentes que oferecem suporte, aparecendo na tela e desferindo um ataque poderoso quando convocados, mas raramente você vai acioná-los durante a partida - é possível concluir o jogo sem sequer encostar no botão que os invoca.
Há ainda um sistema de compra e melhoria de equipamentos utilizando o dinheiro adquirido nos combates, bem como a possibilidade de um terceiro jogador controlar Bat-Mirim utilizando o Nintendo DS. Claro, desde que esse não se incomode em ficar apenas coletando itens e lançando bigornas nos oponentes, uma gama de ações muito mais limitada com relação aos dois personagens principais.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
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