A Sony Computer Entertainment atualizou nesta terça-feira (28) a PlayStation Store, canal de distribuição de conteúdo para PlayStation 3 e PSP.
Entre as principais novidades está a chegada dos jogos "Lara Croft and the Guardian of Light", nova aventura da famosa personagem, que finalmente chega ao PS3. Também disponível a demonstração de "Pro Evolution Soccer 2011", popular jogo de futebol da Konami.
Já para o PSP a novidade é a chegada das demonstrações de "God of War: Ghost of Sparta" e "Dragon Ball Z: Tenkaichi Tag Team".
Veja a lista completa de atualização da PlayStation Store:
Benefícios da PlayStation Plus
. Tomb Raider (PSone) - valor de US$ 5, preço original US$ 9,99
Promoções
. Street Fighter Alpha - (PS3/PSP) (US$ 2,99, preço original US$ 5,99)
. Brain Challenge Expansion Pack - (PS3) (US$ 0,99, preço original US$ 1,99)
. Brain Challenge - (PS3) (US$ 0,99, preço original US$ 1,99)
. Madden NFL Arcade - (PS3) (US$ 9,99, preço original US$14,99)
. Ace Armstrong Vs. The Alien Scumbage - (PS3/PSP) (US$5,99, preço original US$6,99)
. Flying Tiger PS3 Premium Themes - (x17) (US$1,49 cada, preço original US$1,99 cada)
. ModNation Racers PSP - (US$19,99, preço original US$29,99)
Jogos para PlayStation 3
. DeathSpank: Thongs of Virtue
Um jogo de ação/RPG com mais de 150 missões e toneladas de armas, armaduras e itens para saquear. O protagonista foi criado por Ron Gilbert, um dos criadores do adventure "Monkey Island". Preço de US$ 14,99.
. Lara Croft And The Guardian Of Light
Jogo completo da famosa aventureira, com um jogo que mistura mecânica de combates, exploração, quebra-cabeças. Opção para dois jogadores cooperativos. Valor de US$ 14,99.
. Swords & Soldiers
Jogo de estratégia em tempo real 2D, com muita diversão e humor. Facções como os vikings entram em guerra contra outros grupos por motivos absurdos. Apresenta os elementos típicos do gênero, mas de forma mais simples. Valor de US$ 9,99
Demonstração de jogos para PlayStation 3 (Gratuitos)
. Swords & Soldiers
Jogo de estratégia em tempo real 2D, com muita diversão e humor. Facções como os vikings entram em guerra contra outros grupos por motivos absurdos. Apresenta os elementos típicos do gênero, mas de forma mais simples.
. EA SPORTS MMA
Encarne lutadores profissionais no torneio de artes marciais mistas. O jogo conta com vários lutadores e uma infinidade de golpes e movimentação.
. MySims SkyHeroes
Neste derivado da franquia "The Sims" o jogador assume o papel de um piloto desconhecido, que vira líder em um grupo de resistência contra o maligno Morcubus e seu exército de zangões eletrônicos.
. Pro Evolution Soccer 2011
A versão demonstrativa do popular jogo de futebol.
. Lara Croft And The Guardian Of Light
Jogo completo da famosa aventureira, com um jogo que mistura mecânica de combates, exploração, quebra-cabeças. Opção para dois jogadores cooperativos.
. Heavy Rain PlayStation Move Demo
Esta demonstração possui duas fases do jogo, agora em versão compatível com o acessório de movimentos PS Move.
Conteúdos adicionais para jogos de PlayStation 3
. Borderlands - New Revolution
O guerreiro robótico Claptrap quer vingança e poder. Novas missões e áreas para explorar, recheados de novos e mortais inimigos. Valor de US$ 9,99.
. ModNation Racers: Air Raid Mod
"ModNation Racers" conta com os conteúdos adicionais "Air Raid Mod" e "Air Raid Kart", adiciona um novo veículo, uma espécie de avião sobre quatro rodas e novos acessórios. Cada um custa US$ 0,99. O pacote com os dois, "Air Raid Mod and Kart" custa US$ 1,75.
. Mafia II - Greaser Pack
"Mafia II" conta com os pacotes "Greaser Pack", "Renegade Pack", "Vegas Pack" e "War Hero Pack" que adicionam novas roupas, novos carros e acessórios para Vito. Cada um custa US$ 2,99.
. Naughty Bear - Episode 9 - Pirate Bear
O urso assassino ganha novas missões em Episode 9, com novos personagens e inimigos pelo caminho. Valor de US$ 4,99.
. Blazblue: Continuum Shift - Valkenhayn R Heilsing
Novo personagem disponível. Valor de US$ 7,99.
. Deathspank: Thongs Of Virtue - Snowy Mountain Dungeon DLC
"Snowy Mountain Dungeon" adiciona novas fases nas montanhas de neve, com terríveis inimigos de gelo. Custa US$ 2,99. Já o conteúdo "Tankko The Warrior" adiciona um novo personagem jogável, meio homem, meio monstro. Valor de US$ 0,99.
. My Aquarium Blue Oasis: Underwater Glamour Set
Inclui os cenários Black Neon Tetra, Dwarf Gourami e Brilliant Turquoise Discus. Valor de US$ 0,99.
. Guitar Hero: Warriors Of Rock: Soundgarden 'Telephantasm' Album
Álbum da banda Soundgarden, com as músicas: "Birth Ritual", "Burden In My Hand", "Black Hole Sun", "Blow Up The Outside World", "Fell On Black Days", "Hands All Over", "Hunted Down", "My Wave", "Spoonman", "Outshined", e "Rusty Cage". Valor de US$ 17,99.
. Rock Band e Rock Band 2
Os jogos musicais da Harmonix recebem o pacote de música da banda Anthrax, com cinco canções. Cada uma sai por US$ 1,99 ou o pacote por US$ 8,49. Outras bandas são My Chemical Romance, 30 Seconds to Mars, Atreyu, Buckcherry e The Doobie Brothers, com músicas por US$ 1,99 cada.
"Among the Living" - Anthrax
"I'm the Man" - Anthrax
"Indians" - Anthrax
"Madhouse (Live)" - Anthrax
"Metal Trashing Mad (Live)" - Anthrax
"I'm Not Okay (I Promise)" - My Chemical Romance
"Welcome to the Black Parade" - My Chemical Romance
"Closer to the Edge" - 30 Seconds to Mars
"Coffin Nails" - Atreyu
"Out of Line" - Buckcherry
"Listen to the Music" - The Doobie Brothers
"Long Train Runnin'" - The Doobie Brothers
Canções da Rock Band Network:
"Cali Girl" - Ballyhool (US$ 0.99)
"First We Feast, Then We Felony" - Circus Circus (US$ 0,99)
"Hail Destroyer" - Cancer Bats (US$ 1,99)
"Leaderless And Self Enlisted" - Norma Jean (US$1,99)
"Now Demolition" - Evile (US$1,99)
Pacote
. Mega Man 9 & 10 Combo Pack
Pacote para ambos os jogos do personagem da Capcom. Valor de US$ 14,99.
Avatares
. DEAD RISING 2 Chuck Avatar (US$ 0,49)
. Mega Man 10 Avatars (x5) (US$ 0,49 cada)
. Deadliest Warrior: The Game Avatars (x8) (US$ 0,49 cada)
. ModNation Racers Avatars (x10) (US$ 0,49 cada)
Vídeos para PlayStation 3
. Swords & Soldiers Trailer
. BioShock Infinite - Announcement Trailer
. BioShock Infinite - Gameplay Trailer
. Mafia II - Developer Diary #5
. Resistance 3 Announcement Trailer
. Dew Tour - Chicago - Nike 6.0 BMX Open Dirt Hightlight
. Dew Tour - Chicago - Nike 6.0 BMX Open Highlight - BMX Park
. Dew Tour - Chicago - Nike 6.0 BMX Open Highlight - BMX Vert
. Dew Tour - Chicago - Nike 6.0 BMX Open Highlights
Temas para PlayStation 3
. Swords & Soldiers Theme
. Deadliest Warrior Theme (somente EUA) (US$1,99)
. Dragon Premium Theme (US$1,99)
. Mayan Skulls Theme (US$1.49)
. Baltic Sky Theme (US$1.49)
. Haunted English Castle Theme (US$1,49)
. Inner Warrior Theme (US$1,99)
. Zombie Mistress Dynamic Theme (US$2,99)
. Blackbeard's Curse Theme (US$1,49)
. Visions Theme (US$1,49)
Papéis de Parede para PlayStation 3
. Kung Fu Rider Wallpaper 1
. Kung Fu Rider Wallpaper 2
. Kung Fu Rider Wallpaper 3
. Kung Fu Rider Wallpaper 4
. Kung Fu Rider Wallpaper 5
Jogos completos para PSP
. Rapala Pro Bass Fishing
Jogo com vários torneios de pesca. Valor de US$ 19,99.
Demonstração de jogos para PSP (Gratuitos)
. God of War: Ghost of Sparta
Em sua busca para se livrar dos pesadelos que assombram, Kratos deve embarcar em uma jornada que vai revelar as origens de mundos perdidos e, finalmente, responder a perguntas sobre seu passado sombrio. Armado com as lâminas mortais de Athena, ele terá de superar os exércitos de monstros mitológicos, legiões de soldados mortos-vivos ao longo de sua busca implacável.
. Dragon Ball Z: Tenkaichi Tag Team Demo
Pela primeira vez na franquia a experiência de se jogar em 2 vs 2, com seis personagens como opção: Goku, Vegeta, Piccolo, Krillin, Android #19 ou Dr. Gero.
Conteúdo extra para jogos de PSP
. Gladiator Begins
Quatro novos personagens nos seguintes pacotes: "Ella", "Galea of Mars", "Ikaro's Wing" e "Mysterious Female Gladiator". Gratuitos.
. Valkyria Chronicles 2 - DLC Pack 2
Pacote conta com 22 novas missões em mais aventuras pela Europa. Valor de US$ 4,99.
. LittleBigPlanet PSP - Costumes of MotorStorm
Novas roupas de "MotorStorm" para Sackboy. Valor de US$ 0,99.
Temas para PSP
. Blackbeard's Curse PSP Theme (US$ 1,49)
. Deadliest Warrior PSP Theme (somente EUA) (US$ 1,49)
. Light Machine Gun - RPD PSP Theme (US$ 1,49)
. Machine Gun - UMP PSP Theme (US$ 1,49)
. Mayan Skulls PSP Theme (U
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
PSP Dissidia Duodecim: Final Fantasy
Com jogos de RPG a produtora japonesa Square Enix já possui o hábito de lançar versões especiais de seus RPGs, acrescentando heróis, missões e habilidades.
Com "Dissidia: Final Fantasy", jogo de luta estrelado por heróis e vilões da popular franquia, a empresa utiliza a mesma fórmula, colocando no mercado esta versão revisada.
"Dissidia Duodecim: Final Fantasy" conta com todo o plantel do game original e outros novos personagens, a exemplo de Lightning, a protagonista de "Final Fantasy XIII", Kain, de "FFIV", e Tifa, de "FFVII".
Além de melhorias no sistema de luta, mais equilibrado, "Duodecim" introduz também o sistema FX, basicamente uma versão melhorada do modo EX do "Dissidia" original. Ele é ativado ao conseguir emendar golpes em um combo, e adiciona novas opções de ataques - sem contar que também muda temporariamente o visual do lutador.
Agora, cada um dos personagens conta com três trajes diferentes: normal, alternativo e 3P, este uma novidade. Segundo o criador Tetsuya Nomura, as terceiras roupas são mais chamativas que as outras duas.
Uma das novidades de "Dissidia Duodecim: Final Fantasy" é o sistema de assistência, em que o jogador chama um segundo personagem para ajudar na luta, aumentando, assim, a variedade de estratégias dentro do game.
Com "Dissidia: Final Fantasy", jogo de luta estrelado por heróis e vilões da popular franquia, a empresa utiliza a mesma fórmula, colocando no mercado esta versão revisada.
"Dissidia Duodecim: Final Fantasy" conta com todo o plantel do game original e outros novos personagens, a exemplo de Lightning, a protagonista de "Final Fantasy XIII", Kain, de "FFIV", e Tifa, de "FFVII".
Além de melhorias no sistema de luta, mais equilibrado, "Duodecim" introduz também o sistema FX, basicamente uma versão melhorada do modo EX do "Dissidia" original. Ele é ativado ao conseguir emendar golpes em um combo, e adiciona novas opções de ataques - sem contar que também muda temporariamente o visual do lutador.
Agora, cada um dos personagens conta com três trajes diferentes: normal, alternativo e 3P, este uma novidade. Segundo o criador Tetsuya Nomura, as terceiras roupas são mais chamativas que as outras duas.
Uma das novidades de "Dissidia Duodecim: Final Fantasy" é o sistema de assistência, em que o jogador chama um segundo personagem para ajudar na luta, aumentando, assim, a variedade de estratégias dentro do game.
Wii Metroid: Other M
Fruto de inédita parceria entre a Nintendo e o estúdio Team Ninja, da Tecmo, responsável pelos episódios 3D da série "Ninja Gaiden", "Metroid: Other M" é um jogo ousado, criativo e competente, mas com falhas evidentes.
Ainda assim, as qualidades superam os problemas e o título honra com mérito de sobra o legado da série, criada em 1986.
De forma inteligente, o título consegue unir nos controles aspectos marcantes das aventuras em 2D com elementos consolidados nas aventuras em 3D, da trilogia "Prime", mas nem tudo funciona tão bem como deveria.
Além disso, "Other M" marca o maior esforço da Nintendo até hoje em criar um enredo elaborado e pontuado por animações extensas feitas em computação gráfica e repletas de diálogos - por exemplo, pela primeira vez a heroína Samus é dublada. Apesar de interessante, principalmente para fãs veteranos, o resultado é simplório e até um tanto quanto ingênuo.
Problemas pontuais e muita tradição
A história acontece logo depois de "Super Metroid", contando inclusive com uma recriação em CG de cenas marcantes do desfecho. Samus eliminou os Piratas Espaciais, organização criminosa que pretendia usar os alienígenas Metroids como arma biológica. No processo, os Metroids também foram extintos, incluindo um que salvou a vida de Samus por considerá-la mãe dele - quando nasceu, a moça foi o primeiro ser vivo que a criatura viu.
Muito tempo passou depois disso e Samus recebe em sua nave espacial um pedido de socorro não identificado que a leva para uma estação espacial aparentemente abandonada. Lá se reencontra com um grupo de soldados do qual já fez parte, que estão também investigando o que aconteceu no lugar.
Pouco depois, a caçadora de recompensas, guiada por rádio por outro personagem, já está explorando os diversos ambientes do lugar, incluindo cavernas de gelo, rios de lava e florestas tropicais, encontrando eventualmente alguns dos soldados e outras figuras importantes na trama. Aliás, a progressão lembra muito "Metroid Fusion", do Game Boy Advance, em que Samus também explora uma nave espacial com ambientes naturais e guiada
Nos controles o que se vê é uma tentativa de misturar os melhores elementos das aventuras 2D e 3D do passado, tudo isso usando apenas o Wii Remote, o controle básico do Wii. Os gráficos são todos tridimensionais e a movimentação é livre, mas o jogo sugere uma espécie de eixo invisível pelo qual se pode percorrer segurando apenas uma direção. Ou seja, mesmo que uma curva apareça no caminho, basta segurar para frente a fim de que Samus faça a curva direitinho. Para colaborar com a sensação de 2D, a mira é automática e basta apertar o botão de tiro para que Samus acerte inimigos próximos.
Dos jogos com visão em primeira pessoa, a trilogia "Prime", é que vem uma das variações mais interessantes de "Other M", mas também a mais problemática. Apontando o controle para a TV a qualquer momento, a perspectiva muda para primeira pessoa e permite vasculhar em detalhes os cenários. Além disso, é apenas assim que é possível lançar mísseis, mais poderosos que os tiros convencionais e essenciais para abrir algumas portas e derrotar certos tipos de inimigos. O problema maior é que nesta posição Samus fica travada no lugar, podendo apenas olhar em volta e atirar, mas não andar ou pular.
Ainda que a transição da visão externa para primeira pessoa seja ágil e o ponteiro funcione de forma rápida e precisa, o jogo exige uma agilidade que não consegue oferecer. Sem contar que, durante os combates, é uma solução desengonçada. No frenesi de uma luta contra chefão, acaba atrapalhando a necessidade de, rapidamente, apontar para a tela, mirar e ainda atiraro míssel ou coisa do tipo. Talvez, a opção de acoplar o Nunchuk permitisse fazer essa transição com menos traumas, mas o jogo permite usar apenas o Wii Remote sozinho.
Apesar dessa falha bem incômoda, a mecânica não estraga a experiência e ainda traz novidades bacanas. O Team Ninja deixa sua marca ao propiciar combates com desafios e com golpes coreografados empolgantes. Dando um toque no direcional pouco antes de ser atacado é possível realizar uma esquiva que ainda ajuda a carregar o tiro mais rápido. Com o inimigo quase abatido, caído no chão, é só chegar perto e atacar para uma cena de execução cheia de energia.
No mais, é a batida, mas bem sucedida, fórmula padrão de "Metroid": um grande mapa a explorar com poderes especiais para obter. Quanto mais poderes, mais forte fica a heroína e novas áreas podem ser visitadas, o que faz a história progredir.
Falando no enredo, ele se apoia bastante em referências vários episódios anteriores da franquia. Há explicações breves, mas novatos devem ficar perdidos no turbilhão de cenas de corte e informações. Isso porque "Other M" revela também episódios inéditos da passado da heroína Samus, explicando melhor os motivos dela para se tornar uma caçadora de recompensas solitária.
De forma geral, o roteiro é interessa, mas peca pela narrativa. As primeiras três horas de jogo bombardeiam o jogador com animações, jogando-o depois na típica solidão de "Metroid". As últimas duas, mais ou menos, recobram o fôlego e jogam um monte de novas revelações, tornando a história um pouco pesada de acompanhar.
Para complementar, a dublagem não é das melhores e as próprias linhas de diálogos cheias de clichê e melodramáticas. Novamente, tal qual acontece nos controles, é um ponto negativo, mas que é ultrapassado por um número maior de acertos e não compromete a brincadeira.
Ainda assim, as qualidades superam os problemas e o título honra com mérito de sobra o legado da série, criada em 1986.
| Trailer de lançamento |
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Além disso, "Other M" marca o maior esforço da Nintendo até hoje em criar um enredo elaborado e pontuado por animações extensas feitas em computação gráfica e repletas de diálogos - por exemplo, pela primeira vez a heroína Samus é dublada. Apesar de interessante, principalmente para fãs veteranos, o resultado é simplório e até um tanto quanto ingênuo.
Problemas pontuais e muita tradição
A história acontece logo depois de "Super Metroid", contando inclusive com uma recriação em CG de cenas marcantes do desfecho. Samus eliminou os Piratas Espaciais, organização criminosa que pretendia usar os alienígenas Metroids como arma biológica. No processo, os Metroids também foram extintos, incluindo um que salvou a vida de Samus por considerá-la mãe dele - quando nasceu, a moça foi o primeiro ser vivo que a criatura viu.
| Inimigos fortes no trailer da Gamescom |
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Pouco depois, a caçadora de recompensas, guiada por rádio por outro personagem, já está explorando os diversos ambientes do lugar, incluindo cavernas de gelo, rios de lava e florestas tropicais, encontrando eventualmente alguns dos soldados e outras figuras importantes na trama. Aliás, a progressão lembra muito "Metroid Fusion", do Game Boy Advance, em que Samus também explora uma nave espacial com ambientes naturais e guiada
Nos controles o que se vê é uma tentativa de misturar os melhores elementos das aventuras 2D e 3D do passado, tudo isso usando apenas o Wii Remote, o controle básico do Wii. Os gráficos são todos tridimensionais e a movimentação é livre, mas o jogo sugere uma espécie de eixo invisível pelo qual se pode percorrer segurando apenas uma direção. Ou seja, mesmo que uma curva apareça no caminho, basta segurar para frente a fim de que Samus faça a curva direitinho. Para colaborar com a sensação de 2D, a mira é automática e basta apertar o botão de tiro para que Samus acerte inimigos próximos.
| Conheça a história da série "Metroid" |
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Ainda que a transição da visão externa para primeira pessoa seja ágil e o ponteiro funcione de forma rápida e precisa, o jogo exige uma agilidade que não consegue oferecer. Sem contar que, durante os combates, é uma solução desengonçada. No frenesi de uma luta contra chefão, acaba atrapalhando a necessidade de, rapidamente, apontar para a tela, mirar e ainda atiraro míssel ou coisa do tipo. Talvez, a opção de acoplar o Nunchuk permitisse fazer essa transição com menos traumas, mas o jogo permite usar apenas o Wii Remote sozinho.
Apesar dessa falha bem incômoda, a mecânica não estraga a experiência e ainda traz novidades bacanas. O Team Ninja deixa sua marca ao propiciar combates com desafios e com golpes coreografados empolgantes. Dando um toque no direcional pouco antes de ser atacado é possível realizar uma esquiva que ainda ajuda a carregar o tiro mais rápido. Com o inimigo quase abatido, caído no chão, é só chegar perto e atacar para uma cena de execução cheia de energia.
No mais, é a batida, mas bem sucedida, fórmula padrão de "Metroid": um grande mapa a explorar com poderes especiais para obter. Quanto mais poderes, mais forte fica a heroína e novas áreas podem ser visitadas, o que faz a história progredir.
| Comercial mistura atriz com CG |
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De forma geral, o roteiro é interessa, mas peca pela narrativa. As primeiras três horas de jogo bombardeiam o jogador com animações, jogando-o depois na típica solidão de "Metroid". As últimas duas, mais ou menos, recobram o fôlego e jogam um monte de novas revelações, tornando a história um pouco pesada de acompanhar.
Para complementar, a dublagem não é das melhores e as próprias linhas de diálogos cheias de clichê e melodramáticas. Novamente, tal qual acontece nos controles, é um ponto negativo, mas que é ultrapassado por um número maior de acertos e não compromete a brincadeira.
Os boatos são verdadeiros !!!!!!!!!!!!!!! ass: para wii , xbox 360 e ps3 Os boatos de que a Activision estaria adquirindo licença para a produção de um jogo na categoria automobilística NASCAR foram confirmados em comunicado para imprensa.
Intitulado "NASCAR The Game 2011", o jogo é em desenvolvimento pela Eutechnyx e será publicado pela Activision para os sistemas PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.
Os jogadores podem escolher jogar como eles próprios ou como um dos pilotos reais do esporte. Cada piloto profissional terá uma inteligência artificial baseada em suas versões do mundo real. A empresa promete um sistema de danos bem detalhado e destroços de batidas espetaculares voando pelas pistas.
Serão 22 pistas e com o multiplayer confirmado para até 16 jogadores disputarem partidas online. Tanto online como offline, os jogadores ganham pontos de experiência que ajudam a desbloquear recompensas, como decalques especiais e novos modelos de carros, bem como patrocínios de carreira e provas especiais ao longo do modo carreira.
Segundo a Activision, o time responsável pelo jogo consultou não apenas os pilotos e profissionais da NASCAR, mas também os fãs e espectadores, com o objetivo de tentar trazer a melhor experiência para os videogames.
O primeiro trailer do jogo está anunciado para passar durante uma corrida da NASCAR no dia 3 de outubro. O jogo tem previsão de lançamento para fevereiro de 2011.
Pistas ovais, alta velocidade e destruição
A NASCAR (sigla para National Association for Stock Car Auto Racing) é a categoria de automobilismo mais famosa da América do Norte e engloba, além dos Estados Unidos, pilotos e equipes do Canadá e do México. Criada em 1948, a categoria é disputada, em sua maioria, em pistas ovais que proporcionam aos carros atingirem velocidades de até 320 Km/h.
Nas mãos da Electronic Arts desde 1997, a série só não teve versões atualizadas em 2009 e 2010, quando a produtora desistiu de lançar títulos baseados na categoria. À época, o então presidente da divisão de esportes Peter Moore disse ao site Gamespot que a EA não tinha planos de lançar jogos licenciados do campeonato.
A mais recente edição da franquia pela EA foi lançada para Wii em fevereiro de 2009. Diferentemente das edições anteriores, "NASCAR Kart Racing" tem menos elementos de simulador, tendo como foco o público mais casual.
Já a Eutechnyx terá a tarefa de reviver a série de simulação para a Activision. A empresa é conhecida pela produção de outros títulos de corrida, como "Test Drive Le Mans", "Big Mutha Truckers" e o mais recente, "Super Car Challenge", que foi lançado para o PlayStation 3.
Intitulado "NASCAR The Game 2011", o jogo é em desenvolvimento pela Eutechnyx e será publicado pela Activision para os sistemas PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.
Os jogadores podem escolher jogar como eles próprios ou como um dos pilotos reais do esporte. Cada piloto profissional terá uma inteligência artificial baseada em suas versões do mundo real. A empresa promete um sistema de danos bem detalhado e destroços de batidas espetaculares voando pelas pistas.
Serão 22 pistas e com o multiplayer confirmado para até 16 jogadores disputarem partidas online. Tanto online como offline, os jogadores ganham pontos de experiência que ajudam a desbloquear recompensas, como decalques especiais e novos modelos de carros, bem como patrocínios de carreira e provas especiais ao longo do modo carreira.
Segundo a Activision, o time responsável pelo jogo consultou não apenas os pilotos e profissionais da NASCAR, mas também os fãs e espectadores, com o objetivo de tentar trazer a melhor experiência para os videogames.
O primeiro trailer do jogo está anunciado para passar durante uma corrida da NASCAR no dia 3 de outubro. O jogo tem previsão de lançamento para fevereiro de 2011.
Pistas ovais, alta velocidade e destruição
A NASCAR (sigla para National Association for Stock Car Auto Racing) é a categoria de automobilismo mais famosa da América do Norte e engloba, além dos Estados Unidos, pilotos e equipes do Canadá e do México. Criada em 1948, a categoria é disputada, em sua maioria, em pistas ovais que proporcionam aos carros atingirem velocidades de até 320 Km/h.
Nas mãos da Electronic Arts desde 1997, a série só não teve versões atualizadas em 2009 e 2010, quando a produtora desistiu de lançar títulos baseados na categoria. À época, o então presidente da divisão de esportes Peter Moore disse ao site Gamespot que a EA não tinha planos de lançar jogos licenciados do campeonato.
A mais recente edição da franquia pela EA foi lançada para Wii em fevereiro de 2009. Diferentemente das edições anteriores, "NASCAR Kart Racing" tem menos elementos de simulador, tendo como foco o público mais casual.
Já a Eutechnyx terá a tarefa de reviver a série de simulação para a Activision. A empresa é conhecida pela produção de outros títulos de corrida, como "Test Drive Le Mans", "Big Mutha Truckers" e o mais recente, "Super Car Challenge", que foi lançado para o PlayStation 3.
Primeiras impressões: multiplayer de "Dead Space 2" privilegia trabalho em equipe
Em 2008 a Visceral Games (que atendia pelo o nome de Electrronic Arts Redwoord Shores) apresentou "Dead Space", um jogo de terror espacial cheio de personalidade. A história mostra o engenheiro Isaac Clarke enfrentando os tripulantes da estação espacial Ishimura, que foram infectados por um vírus alienígena que tomou conta de seus corpos e mentes.
Depois do sucesso de crítica, a Visceral não teve outra alternativa a não ser criar uma continuação para saciar a fome de morte aos Necromorphs, os tais monstros do espaço. Eis que surge "Dead Space 2", jogo que promete corrigir todos os problemas do antecessor e surpreender ainda mais o jogador. Além de dar uma personalidade para o protagonista, o título promete ser mais duradouro devido ao seu modo multijogador, que UOL Jogos teve oportunidade de testar em fase de teste beta.
Mutantes zumbis alienígenas
"Dead Space 2" tem como cenário a colônia espacial Sprawl (Expansão, em inglês) que fica na órbita de Titã, uma das luas de Saturno. Diferente de Ishimura, o local possui diversas pessoas inocentes e despreparadas para enfrentar os Necromorphs. Agora Isaac não é mais um pau mandado que fica correndo de um lado para outro obedecendo ordens. Ele é um líder, um herói que viu de cara a morte e voltou para contar suas experiências e não está mais lutando contra o desconhecido - ele sabe muito bem como combater os aliens.
Com base em suas experiências anteriores, Isaac treina um grupo de soldados para que eles se preparem para o pior, a equipe de segurança Tiedemann. É na pele de um desses soldados que o jogador vai encarar o modo multiplayer. Assim como a aventura de Isaac, os soldados devem enfrentar os Necromorphs usando técnicas de desmembramento e paralisia. Esses heróis também podem usar itens de cura, coletar munição e usar ataques corpo a corpo para se defender.
Seguindo o manual dos jogos de tiro da atualidade, o multiplayer de "Dead Space 2" conta com um sistema de perfil persistente, no qual o personagem do jogador ganha níveis de experiência ao eliminar inimigos e completar objetivos. A cada progresso o usuário ganha novas armas e armaduras para o membro da equipe de segurança.
Por outro lado, os jogadores também terão a experiência de encarnar os mutantes alienígenas, que é bem diferente. Na versão beta, o jogador tem à disposição três dos quatro tipos de Necromorphs, os Pack, que se assemelham a crianças de oito anos; os deformados Spitters e os bebês octopódios Lurkers. A quarta raça, Puker, não é demonstrada, porém é sabido que esta é a mais poderosa e aguenta mais disparos que os outros a despeito de sua velocidade reduzida.
Cada um dos alienígenas possui um estilo diferente de se jogar. Os Packs são ágeis e podem saltar e agarrar os adversários, causando muito dano no adversário com estocadas de suas garras afiadas. Os Spitters são os inimigos "padrão" do jogo anterior, e podem correr em direção ao inimigo derrubando-o no chão. Já os Lurkers podem andar pelas paredes e disparar ácido nos soldados.
Trabalho em equipe
Fica claro que o trabalho em equipe é necessário para que ambos os times consigam ter sucesso. No mapa disponível, Titan Mines, a equipe Tiedemann deve recuperar duas baterias e levá-las para o motor no centro do mapa. Claro, o trabalho de impedi-los fica para os monstros.
O mapa conta com corredores estreitos, ótimos para emboscadas dos Necromorphs que podem surgir de qualquer porta, duto de ventilação e fresta, o que dificulta o trabalho dos soldados no resgate das peças para o motor. Para piorar a situação, os mutantes conseguem ver através das paredes, o que pode ser mortal para os humanos. O ponto de equilíbrio para os humanos está exatamente nas armaduras, que proporcionam mais energia e resistência aos ataques.
Depois do sucesso de crítica, a Visceral não teve outra alternativa a não ser criar uma continuação para saciar a fome de morte aos Necromorphs, os tais monstros do espaço. Eis que surge "Dead Space 2", jogo que promete corrigir todos os problemas do antecessor e surpreender ainda mais o jogador. Além de dar uma personalidade para o protagonista, o título promete ser mais duradouro devido ao seu modo multijogador, que UOL Jogos teve oportunidade de testar em fase de teste beta.
Mutantes zumbis alienígenas
"Dead Space 2" tem como cenário a colônia espacial Sprawl (Expansão, em inglês) que fica na órbita de Titã, uma das luas de Saturno. Diferente de Ishimura, o local possui diversas pessoas inocentes e despreparadas para enfrentar os Necromorphs. Agora Isaac não é mais um pau mandado que fica correndo de um lado para outro obedecendo ordens. Ele é um líder, um herói que viu de cara a morte e voltou para contar suas experiências e não está mais lutando contra o desconhecido - ele sabe muito bem como combater os aliens.
Com base em suas experiências anteriores, Isaac treina um grupo de soldados para que eles se preparem para o pior, a equipe de segurança Tiedemann. É na pele de um desses soldados que o jogador vai encarar o modo multiplayer. Assim como a aventura de Isaac, os soldados devem enfrentar os Necromorphs usando técnicas de desmembramento e paralisia. Esses heróis também podem usar itens de cura, coletar munição e usar ataques corpo a corpo para se defender.
Seguindo o manual dos jogos de tiro da atualidade, o multiplayer de "Dead Space 2" conta com um sistema de perfil persistente, no qual o personagem do jogador ganha níveis de experiência ao eliminar inimigos e completar objetivos. A cada progresso o usuário ganha novas armas e armaduras para o membro da equipe de segurança.
Por outro lado, os jogadores também terão a experiência de encarnar os mutantes alienígenas, que é bem diferente. Na versão beta, o jogador tem à disposição três dos quatro tipos de Necromorphs, os Pack, que se assemelham a crianças de oito anos; os deformados Spitters e os bebês octopódios Lurkers. A quarta raça, Puker, não é demonstrada, porém é sabido que esta é a mais poderosa e aguenta mais disparos que os outros a despeito de sua velocidade reduzida.
Cada um dos alienígenas possui um estilo diferente de se jogar. Os Packs são ágeis e podem saltar e agarrar os adversários, causando muito dano no adversário com estocadas de suas garras afiadas. Os Spitters são os inimigos "padrão" do jogo anterior, e podem correr em direção ao inimigo derrubando-o no chão. Já os Lurkers podem andar pelas paredes e disparar ácido nos soldados.
Trabalho em equipe
Fica claro que o trabalho em equipe é necessário para que ambos os times consigam ter sucesso. No mapa disponível, Titan Mines, a equipe Tiedemann deve recuperar duas baterias e levá-las para o motor no centro do mapa. Claro, o trabalho de impedi-los fica para os monstros.
O mapa conta com corredores estreitos, ótimos para emboscadas dos Necromorphs que podem surgir de qualquer porta, duto de ventilação e fresta, o que dificulta o trabalho dos soldados no resgate das peças para o motor. Para piorar a situação, os mutantes conseguem ver através das paredes, o que pode ser mortal para os humanos. O ponto de equilíbrio para os humanos está exatamente nas armaduras, que proporcionam mais energia e resistência aos ataques.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Hoje trago a vocês mais um incone de série de games DRAGON QUEST! Quem mora do lado do Atlântico do mundo pode não acreditar - nem imaginar - na popularidade de "Dragon Quest" no Japão. A mesma devoção que os fãs ocidentais dedicam a "Final Fantasy", o outro RPG da Square Enix tem igual ou maior prestígio entre os gamers orientais.
O fato de contar com criadores famosos, é claro, ajuda: o roteirista Yûji Horii já tinha vários adventures de renome no currículo quando fez "Dragon Quest"; Kôichi Sugiyama é um consagrado maestro e os personagens são assinados por Akira Toriyama, autor de "Dragon Ball". Mas parece que os nipônicos têm uma dívida de gratidão com a série que lançou as bases do chamado RPG japonês, que acabou virando até um subgênero, com todos os seus encantos e defeitos.
"Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Sky" é a estreia de um episódio canônico numa plataforma portátil - e marca a volta a uma máquina da Nintendo: os dois games anteriores saíram para PSOne e PlayStation 2, depois de seis jogos no NES e Super NES. Com seu enorme sucesso, a série tem o poder de determinar o sucesso ou o fracasso de uma plataforma no Japão.
Assim, os fabricantes têm mais um motivo para lutar pela liderança na guerra de consoles: é no videogame potencialmente mais popular que vai sair o próximo "Dragon Quest" - e a produtora do game parece desconhecer o termo multiplataforma. Na época do anúncio de "Dragon Quest IX" a bola da vez era o Nintendo DS - e o próximo já está confirmado para Wii.
Tradição e revolução
Primeiro trailer
Essa é uma franquia conhecida pelo seu tradicionalismo - e isso não é diferente em "Dragon Quest IX" -, mas o game empreendeu a maior revolução nessa série de RPG que já tem quase um quarto de século de vida (o primeiro game data de 1986). A influência veio de fora: o produtor do game, Ryûtaro Ichimura, afirmou que títulos como "Diablo" e "The Elder Scrolls", dois cânones do RPG ocidental, foram inspiração para essa obra.
A fusão da Enix com a Square e a contratação da Level-5 para desenvolver o game fizeram bem para a série. "Dragon Quest VIII", lançado para PlayStation 2 em 2004 no Japão, foi um dos mais belos games da franquia e ficou mais "cinematográfico", ensaiando uma aproximação com "Final Fantasy". "Dragon Quest IX" também é um game bem produzido, mas não está em pé de igualdade no que diz respeito ao visual - claro, é mais uma limitação do Nintendo DS que inépcia da Level-5.
Há quem compare "Final Fantasy" a um filme e "Dragon Quest" a um livro. A analogia faz sentido: o último extrai brilho dos pequenos acontecimentos - e alguns muito grandes - vivenciados pelo protagonista que, mais que nunca, é uma representação do jogador. Agora, pela primeira vez, o avatar é um personagem montado pelo usuário. As opções de personalização são limitadas, mas isso é compensada pela grande quantidade de armas, vestimentas e acessórios (taí a porção "Diablo" do game) - cada um desses itens modifica a aparência do bonequinho.
Dono do nariz
A aventura aguarda
"Dragon Quest IX" dá mais liberdade para o jogador, pois, apesar de o caminho ser único para a conclusão do modo de história, há opções de exploração e de missões paralelas, e o leque vai ficando cada vez maior na medida em que progride na aventura. Por outro lado, e isso é quase um corolário da maior liberdade, o enredo, um dos grandes destaques da série, perdeu um pouco de sua força.
O escritor Yûji Horii tenta dar dinamismo nas primeiras cenas, mas o desenrolar do roteiro é meio devagar em boa parte da aventura inicial. Outra perda vem da galeria de coadjuvantes, menor em quantidade e em qualidade: não há alguém que brilhe como Yangus em "Dragon Quest VIII", que ganhou até mesmo um jogo próprio.
Assim, a aventura para um jogador carece dos elementos de história que fizeram de "Dragon Quest VIII" uma experiência notável. Mas não se engane: ainda é um game fantástico e de grande volume de conteúdo - são pelo menos 40 horas para fazer apenas as missões essenciais, mas existe uma quantidade enorme de tarefas paralelas que, muitas delas só podem ser acessadas após derrotar o chefão final. Mas é um desperdício reduzir "Dragon Quest" apenas a uma experiência solitária.
A oito mãos
Comercial com Seth Green
Não é exagero dizer que um mundo de possibilidades se abre no modo multiplayer. É uma pena essa modalidade ser apenas via rede local e que somente o "dono" da partida possa gravar seus progressos (os outros jogadores ganham experiência e itens), mas jogar ao lado de amigos é uma experiência bem diferente: muito dos trabalhos podem ser divididos e as lutas - que é no sistema de turnos - ganham agilidade e se tornam algo vivo, na medida em que a inteligência artificial é substituída por outros jogadores.
Ter companheiros de "Dragon Quest IX" traz outras vantagens, como a possibilidade de trocar mapas de masmorras secretas, que podem esconder tesouros preciosos. Como são geradas aleatoriamente, essas cavernas existem em quantidade ilimitada, e quem tem compulsão para ter os melhores itens está bem servido.
Essas funções de conectividade foram vitais para tornar "Dragon Quest IX" um sucesso arrebatador e duradouro no Japão (é o mais vendido da série por lá, deixando "Dragon Quest VII" para trás). Mais que isso, virou fenômeno: em Akihabara, o paraíso dos aficionados em desenhos e jogos, havia locais específicos em que os fãs se juntavam para jogar. Ainda, durante um ano, foram lançadas missões extras por download todas as semanas, o que ajudou a manter o interesse pelo jogo. A edição americana também traz esse recurso.
O fato de contar com criadores famosos, é claro, ajuda: o roteirista Yûji Horii já tinha vários adventures de renome no currículo quando fez "Dragon Quest"; Kôichi Sugiyama é um consagrado maestro e os personagens são assinados por Akira Toriyama, autor de "Dragon Ball". Mas parece que os nipônicos têm uma dívida de gratidão com a série que lançou as bases do chamado RPG japonês, que acabou virando até um subgênero, com todos os seus encantos e defeitos.
"Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Sky" é a estreia de um episódio canônico numa plataforma portátil - e marca a volta a uma máquina da Nintendo: os dois games anteriores saíram para PSOne e PlayStation 2, depois de seis jogos no NES e Super NES. Com seu enorme sucesso, a série tem o poder de determinar o sucesso ou o fracasso de uma plataforma no Japão.
Assim, os fabricantes têm mais um motivo para lutar pela liderança na guerra de consoles: é no videogame potencialmente mais popular que vai sair o próximo "Dragon Quest" - e a produtora do game parece desconhecer o termo multiplataforma. Na época do anúncio de "Dragon Quest IX" a bola da vez era o Nintendo DS - e o próximo já está confirmado para Wii.
Tradição e revolução
Primeiro trailer
Essa é uma franquia conhecida pelo seu tradicionalismo - e isso não é diferente em "Dragon Quest IX" -, mas o game empreendeu a maior revolução nessa série de RPG que já tem quase um quarto de século de vida (o primeiro game data de 1986). A influência veio de fora: o produtor do game, Ryûtaro Ichimura, afirmou que títulos como "Diablo" e "The Elder Scrolls", dois cânones do RPG ocidental, foram inspiração para essa obra.
A fusão da Enix com a Square e a contratação da Level-5 para desenvolver o game fizeram bem para a série. "Dragon Quest VIII", lançado para PlayStation 2 em 2004 no Japão, foi um dos mais belos games da franquia e ficou mais "cinematográfico", ensaiando uma aproximação com "Final Fantasy". "Dragon Quest IX" também é um game bem produzido, mas não está em pé de igualdade no que diz respeito ao visual - claro, é mais uma limitação do Nintendo DS que inépcia da Level-5.
Há quem compare "Final Fantasy" a um filme e "Dragon Quest" a um livro. A analogia faz sentido: o último extrai brilho dos pequenos acontecimentos - e alguns muito grandes - vivenciados pelo protagonista que, mais que nunca, é uma representação do jogador. Agora, pela primeira vez, o avatar é um personagem montado pelo usuário. As opções de personalização são limitadas, mas isso é compensada pela grande quantidade de armas, vestimentas e acessórios (taí a porção "Diablo" do game) - cada um desses itens modifica a aparência do bonequinho.
Dono do nariz
A aventura aguarda
"Dragon Quest IX" dá mais liberdade para o jogador, pois, apesar de o caminho ser único para a conclusão do modo de história, há opções de exploração e de missões paralelas, e o leque vai ficando cada vez maior na medida em que progride na aventura. Por outro lado, e isso é quase um corolário da maior liberdade, o enredo, um dos grandes destaques da série, perdeu um pouco de sua força.
O escritor Yûji Horii tenta dar dinamismo nas primeiras cenas, mas o desenrolar do roteiro é meio devagar em boa parte da aventura inicial. Outra perda vem da galeria de coadjuvantes, menor em quantidade e em qualidade: não há alguém que brilhe como Yangus em "Dragon Quest VIII", que ganhou até mesmo um jogo próprio.
Assim, a aventura para um jogador carece dos elementos de história que fizeram de "Dragon Quest VIII" uma experiência notável. Mas não se engane: ainda é um game fantástico e de grande volume de conteúdo - são pelo menos 40 horas para fazer apenas as missões essenciais, mas existe uma quantidade enorme de tarefas paralelas que, muitas delas só podem ser acessadas após derrotar o chefão final. Mas é um desperdício reduzir "Dragon Quest" apenas a uma experiência solitária.
A oito mãos
Comercial com Seth Green
Não é exagero dizer que um mundo de possibilidades se abre no modo multiplayer. É uma pena essa modalidade ser apenas via rede local e que somente o "dono" da partida possa gravar seus progressos (os outros jogadores ganham experiência e itens), mas jogar ao lado de amigos é uma experiência bem diferente: muito dos trabalhos podem ser divididos e as lutas - que é no sistema de turnos - ganham agilidade e se tornam algo vivo, na medida em que a inteligência artificial é substituída por outros jogadores.
Ter companheiros de "Dragon Quest IX" traz outras vantagens, como a possibilidade de trocar mapas de masmorras secretas, que podem esconder tesouros preciosos. Como são geradas aleatoriamente, essas cavernas existem em quantidade ilimitada, e quem tem compulsão para ter os melhores itens está bem servido.
Essas funções de conectividade foram vitais para tornar "Dragon Quest IX" um sucesso arrebatador e duradouro no Japão (é o mais vendido da série por lá, deixando "Dragon Quest VII" para trás). Mais que isso, virou fenômeno: em Akihabara, o paraíso dos aficionados em desenhos e jogos, havia locais específicos em que os fãs se juntavam para jogar. Ainda, durante um ano, foram lançadas missões extras por download todas as semanas, o que ajudou a manter o interesse pelo jogo. A edição americana também traz esse recurso.
Xbox 360 Dead Rising 2
Ao entregar a produção de "Dead Rising 2" ao estúdio canadense Blue Castle Games, a Capcom apostou em uma renovação da franquia que nasceu no Japão, mas que teria tudo para ser bem produzida nas mãos de artistas do ocidente.
Afinal, foi bebendo dos filmes do ocidental George Homero que Keiji Inafune, co-criador da série, parece ter se inspirado para criar as aventuras de Frank West, fotógrafo que foi o personagem principal do primeiro jogo lançado inicialmente para o Xbox 360, em 2006, e depois adaptado para Wii, em 2009.
Agora, sob o olhar de produtores de um continente diferente, "Dead Rising 2" mostrou que, no fundo, as diferenças culturais ofereceram poucas diferenças em relação ao trabalho feito no Japão, que já era muito bom.
Por outro lado, a evolução das ferramentas de desenvolvimento desde o primeiro jogo permitiu que os produtores conseguissem entregar uma continuação ainda melhor, oferecendo uma experiência de sobrevivência ainda mais insana e divertida do que a do primeiro jogo.
Sem tempo para fotos, mas muito tempo para o resto
Frank West, o herói do primeiro jogo, era um fotógrafo e, até por sua profissão, o primeiro "Dead Rising" contava com a possibilidade de o jogador tirar fotos dos cenários e inimigos. Agora, West deu lugar a um novo herói, o motoqueiro Chuck Greene, que não usa câmera e ganha a vida no "Terror is Reality", uma espécie de reality show de motocross em que os participantes devem dar cabo de zumbis sedentos por sangue humano. Além do espírito desportivo, um dos motivos que o colocam nessa competição sangrenta é a saudade que sente de sua esposa, morta por um dos muitos mortos-vivos que ele atropela com sua moto.
Essa trama acontece em Fortune City, uma versão caricata de Las Vegas. Após participar de mais uma gravação da competição de motocross, Greene vai ao encontro de sua filha, mas um incidente faz com que centenas de zumbis escapem e que o pânico tome conta desta cidade do pecado. Para piorar a situação de Greene, a filha foi mordida por um zumbi no passado, e a única forma de a garota não se tornar uma morta-viva é tomando a medicação conhecida como Zombrex. E a coleta deste medicamento valioso para sua pequena filha é um dos objetivos principais do jogo e fará com que o jogador muitas vezes se preocupe mais em salvar a garotinha do que cumprir os demais objetivos.
Além disso, Greene precisa também ajudar diversas pessoas que cruzam seu caminho. Este tipo de boa ação é primordial para que ele não fique sozinho no meio dos monstros. Claro, sem se esquecer do tempo, tão precioso no primeiro jogo, e que volta a assombrar o jogador para cumprir todas as missões até o limite estipulado, de 72 horas.
A dificuldade do jogo é mais leve que a do primeiro game, e o jogador terá até tempo para se recuperar caso leve danos. Um dos motivos para isso é o aperfeiçoamento da mecânica de golpes e combos, que podem até ser modificados conforme o item que Greene tem em mãos. Por exemplo, ao pegar uma luva de boxe ou de MMA, o personagem poderá soltar golpes mais fortes e até dar ganchos, não disponíveis sem esses acessórios, além de dezenas de outros tipos de armas brancas capazes de aumentar ainda mais a gama de movimentos de luta do herói.
Quem jogou o primeiro "Dead Rising", certamente ficou espantado com a quantidade de inimigos simultâneos na tela. Segundo a Capcom, o jogo anterior suportava até 800 personagens na tela, e que nesta continuação este número subiria para 6 mil. Dificilmente alguém terá tempo e paciência de contar quantos oponentes estão na tela, mas não é preciso ter muita atenção para perceber que os espaços vazios para fugir em "Dead Rising 2" são cada vez mais raros nos cenários e que tudo se movimenta com uma suavidade de animação, sem nenhum sinal aparente de queda de framerate.
O jogo surpreende pela riqueza de detalhes. A ação se passa em um local que se parece como um híbrido de shopping center, cassino e hotel, e oferece diferentes cenários. Se já não bastasse a bela caracterização das diversas lojas com dezenas de itens para destruir e até utilizar como arma, o jogo conta com personagens mortos e vivos muito bem detalhados e com uma diversidade tão incrível que será difícil o jogador notar roupas parecidas sem se esforçar muito procurando entre o batalhão de pessoas e oponentes.
Sobre os itens disponíveis, há opções bem violentas, como uma serra elétrica, e outras até engraçadas, como uma arma que lança água. O jogador pode trocar a roupa do seu personagem e vesti-lo de diferentes formas, desde um rapper, até uma garota com short jeans. A novidade, porém, é que Greene pode construir armas improvisadas unindo diferentes itens, como colocar gasolina na pistola de água e criar uma espécie de lança-chamas ou diferentes bugigangas com dezenas de outros itens. Esse tipo de improviso é possível conforme o jogador avança na trama, ganhando pontos de experiência que valem, além de mais espaço para armas, mais movimentos diferentes e mais saúde.
O grau de violência é grande e, a cada zumbi abatido, litros de sangue voam pelos ares. Como há diversas armas para combatê-los, há diferentes formas de interações e mortes para assistir, o que é um verdadeiro desbunde para fãs de filmes de terror B. A mecânica no geral funciona muito bem, com uma única ressalva para a câmera, que às vezes atrapalha a visão em momentos mais tensos. Outro ponto que poderia ser mais caprichado é o som, já que a dublagem é em alguns casos, um tanto forçada, sobretudo nos momentos de mais emoção. Os efeitos sonoros são bons, assim como a trilha, que apesar de eficiente ao acompanhar as diferentes sensações do personagem, não chega a impressionar.
Unindo forças (ou não) no Multiplayer
Apesar de o conteúdo principal de "Dead Rising 2" estar realmente na modalidade solo, a Capcom incluiu o reality show "Terror is Reality" como uma das atrações do modo competitivo online do jogo.
Nele, até quatro participantes podem se enfrentar em diferentes provas baseadas no programa de TV, sendo que o principal objetivo de todos é somar o maior numero de mortes de zumbis. O interessante desses modos é que todo o prêmio em dinheiro arrecadado pode ser usado no modo solo para aquisição de itens.
Para os jogadores que preferem unir forças do que se enfrentar, há também o modo cooperativo, que funciona da mesma forma que o modo solo. O único porém é que ao dividir a ação com um amigo, a trama se torna confusa, já que a Capcom não incluiu um personagem adicional com motivos diferentes aos de Greene, mas resolveu apenas clonar o herói para que ambos os jogadores controlassem o mesmo personagem com roupas diferentes. Neste ponto, poderia haver mais capricho dos produtores, ao menos para criar algum personagem adicional exclusivo deste modo.
Afinal, foi bebendo dos filmes do ocidental George Homero que Keiji Inafune, co-criador da série, parece ter se inspirado para criar as aventuras de Frank West, fotógrafo que foi o personagem principal do primeiro jogo lançado inicialmente para o Xbox 360, em 2006, e depois adaptado para Wii, em 2009.
| Veja algumas das diversões do jogo |
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Por outro lado, a evolução das ferramentas de desenvolvimento desde o primeiro jogo permitiu que os produtores conseguissem entregar uma continuação ainda melhor, oferecendo uma experiência de sobrevivência ainda mais insana e divertida do que a do primeiro jogo.
Sem tempo para fotos, mas muito tempo para o resto
Frank West, o herói do primeiro jogo, era um fotógrafo e, até por sua profissão, o primeiro "Dead Rising" contava com a possibilidade de o jogador tirar fotos dos cenários e inimigos. Agora, West deu lugar a um novo herói, o motoqueiro Chuck Greene, que não usa câmera e ganha a vida no "Terror is Reality", uma espécie de reality show de motocross em que os participantes devem dar cabo de zumbis sedentos por sangue humano. Além do espírito desportivo, um dos motivos que o colocam nessa competição sangrenta é a saudade que sente de sua esposa, morta por um dos muitos mortos-vivos que ele atropela com sua moto.
Essa trama acontece em Fortune City, uma versão caricata de Las Vegas. Após participar de mais uma gravação da competição de motocross, Greene vai ao encontro de sua filha, mas um incidente faz com que centenas de zumbis escapem e que o pânico tome conta desta cidade do pecado. Para piorar a situação de Greene, a filha foi mordida por um zumbi no passado, e a única forma de a garota não se tornar uma morta-viva é tomando a medicação conhecida como Zombrex. E a coleta deste medicamento valioso para sua pequena filha é um dos objetivos principais do jogo e fará com que o jogador muitas vezes se preocupe mais em salvar a garotinha do que cumprir os demais objetivos.
| Minutos iniciais do game |
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A dificuldade do jogo é mais leve que a do primeiro game, e o jogador terá até tempo para se recuperar caso leve danos. Um dos motivos para isso é o aperfeiçoamento da mecânica de golpes e combos, que podem até ser modificados conforme o item que Greene tem em mãos. Por exemplo, ao pegar uma luva de boxe ou de MMA, o personagem poderá soltar golpes mais fortes e até dar ganchos, não disponíveis sem esses acessórios, além de dezenas de outros tipos de armas brancas capazes de aumentar ainda mais a gama de movimentos de luta do herói.
Quem jogou o primeiro "Dead Rising", certamente ficou espantado com a quantidade de inimigos simultâneos na tela. Segundo a Capcom, o jogo anterior suportava até 800 personagens na tela, e que nesta continuação este número subiria para 6 mil. Dificilmente alguém terá tempo e paciência de contar quantos oponentes estão na tela, mas não é preciso ter muita atenção para perceber que os espaços vazios para fugir em "Dead Rising 2" são cada vez mais raros nos cenários e que tudo se movimenta com uma suavidade de animação, sem nenhum sinal aparente de queda de framerate.
O jogo surpreende pela riqueza de detalhes. A ação se passa em um local que se parece como um híbrido de shopping center, cassino e hotel, e oferece diferentes cenários. Se já não bastasse a bela caracterização das diversas lojas com dezenas de itens para destruir e até utilizar como arma, o jogo conta com personagens mortos e vivos muito bem detalhados e com uma diversidade tão incrível que será difícil o jogador notar roupas parecidas sem se esforçar muito procurando entre o batalhão de pessoas e oponentes.
| Improvise e acabe com os zumbis |
|---|
O grau de violência é grande e, a cada zumbi abatido, litros de sangue voam pelos ares. Como há diversas armas para combatê-los, há diferentes formas de interações e mortes para assistir, o que é um verdadeiro desbunde para fãs de filmes de terror B. A mecânica no geral funciona muito bem, com uma única ressalva para a câmera, que às vezes atrapalha a visão em momentos mais tensos. Outro ponto que poderia ser mais caprichado é o som, já que a dublagem é em alguns casos, um tanto forçada, sobretudo nos momentos de mais emoção. Os efeitos sonoros são bons, assim como a trilha, que apesar de eficiente ao acompanhar as diferentes sensações do personagem, não chega a impressionar.
Unindo forças (ou não) no Multiplayer
Apesar de o conteúdo principal de "Dead Rising 2" estar realmente na modalidade solo, a Capcom incluiu o reality show "Terror is Reality" como uma das atrações do modo competitivo online do jogo.
| Veja um dos minigames |
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Para os jogadores que preferem unir forças do que se enfrentar, há também o modo cooperativo, que funciona da mesma forma que o modo solo. O único porém é que ao dividir a ação com um amigo, a trama se torna confusa, já que a Capcom não incluiu um personagem adicional com motivos diferentes aos de Greene, mas resolveu apenas clonar o herói para que ambos os jogadores controlassem o mesmo personagem com roupas diferentes. Neste ponto, poderia haver mais capricho dos produtores, ao menos para criar algum personagem adicional exclusivo deste modo.
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